O heroi tailandês de neve

“O esquiador tailandês, um adorável perdedor”, este fo o título da notícia sobre o único atleta tailandês nas Olimpíadas de Inverno de Turin. Ele foi, nada mais, nada menos, que o lanterninha nos 15Km de cross-country.
Para alguém como ele, nativo e criado num pais tropical como o nosso, só pelo fato de participar de uma competição tão adversa já faz dele um campeão. Junto com ele haviam outros heróis de outros países como Etiópia, Kenya, Costa Rica e um brasileiro. Bom havia um competidor da Mongólia mas este já nasceu cercado de neve e se foi mencionado como “adverso” no jornal, é só porque veio de um país de terceiro mundo.

O herói tailandês, que nem é tão novo, tem 48 anos e atingiu um sonho que poderá ser contado por várias gerações e com orgulho. Diferente de um outro brasileiro, competidor de bobsled que foi condecorado como o primeiro atleta destas olimpíadas a ser mandado de volta para casa por doping. Este também pode ser que vá para a história, mas em um outro livro, o dos anti-heróis.

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